Adoro o jeito que ele faz eu me sentir, como se tudo fosse possível, como.. sei lá! Como se a vida valesse a pena.
Anne . 17 , Brasil ♥
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Em Paris a passagem é de R$ 3,55 e o salário mínimo de R$3.942 mensais por 44 horas semanais. Em Nova Iorque a passagem é de R$ 2,25 e o trabalhador recebe no mínimo R$ 15,50/h, isto é, R$ 2.730 por mês. Já em Buenos Aires o ônibus é cobrado R$ 0,50 e o salário mínimo está em R$ 1.325. Aqui o trabalhador recebe um salário mínimo de R$ 678,00 e pretendem cobrar R$ 3,20 pela passagem.” Construam os seus estádios de futebol que nós vamos construir o nosso País. #OBrasilAcordou


“Dói, ter que dizer: era.”
— Querido John.  (via subjunta-r)



“Dizem que a sinceridade machuca, mas na minha opinião, a mentira faz um estrago bem maior.”
Autor desconhecido (via i-can-forget)

“Belo Horizonte, 3 de abril de 2013
Querida Anne,
Meu nome é Lívia Fernanda, tenho 13 anos, moro no bairro Confisco, Minas Gerais, Brasil. Estudo na Escola Municipal Anne Frank. Anne, é com muita tristeza que recordo sua história, todo sofrimento nos campos de concentração, o extermínio nas câmaras de gás, a crueldade com que os nazistas tentaram exterminar o povo judeu. Já não era fácil de entender o modo de pensar de Hitler, mas nos dias de hoje continuamos a pensar e agir como ele, pois o racismo continua nas cidades, no interior e, principalmente, no coração das pessoas. É inaceitável pensar que sou melhor ou pior somente por ter nascido negro ou branco, por ter escolhido uma religião ou pertencer a uma tribo. Você não acreditaria que até nas escolas existe preconceito. Mas ele vem disfarçado e o seu nome também é diferente. Não é racismo, ele se chama bullying. O pior, Anne, é que já existem leis para se combater tanta crueldade. Mas não existe lei que possa colocar amor dentro do ser humano. Conhecendo a sua história, vejo que há uma luz no fim do túnel. Espero que muitos ouçam-me falar de você. Espero que possam entender que o preconceito não leva a nada, apenas gera violência, separação e divisão. Você, Anne, pode se orgulhar, pois o seu diário, que foi escrito em meio a tanto sofrimento, hoje serve de referência contra o racismo, contra a discriminação, em todas as suas formas. Seja através do preconceito, bullying e outros, podemos usar como exemplo as suas experiências. Apesar das dificuldades, assim como você, acredito na esperança.
Abraços, Lívia.”
— Carta de uma garota que escreveu  para Anne Frank, em concurso nacional. (via futuro-pensador)



“Todos os dias antes de dormir ela desabava, caia no choro, dormia soluçando, sonhava todos os dias com ele, ela sentia seu perfume em tudo lugar, pode parecer mentira mas ela sim te amou. ela esperou superar, não sentir saudades dele, na verdade ela estava cansada de sofrer. E ela chorou, não queria esquecer porém era preciso.”
— Nevoadora.   (via spokly)

“Não adianta implorar para ninguém ficar, fica quem quer. E é por isso que estou deixando você ir. Não estou desistindo, nem sendo fraco. Deus bem sabe o que se passa dentro de mim. Sabe de todas as orações que faço aos prantos, sem resposta. Ou talvez essa seja a resposta: deixar você ir. Eu errei, você errou, erramos. E ajoelhar aos seus pés não muda nada, só tortura mais. Então vou sumir um pouco, te bloquear da minha mente. Não quero ouvir notícias suas, nem boa nem ruim. Não vou responder mensagem, não agora. Você precisa sentir falta, precisa ver se realmente me quer. E não é que eu vou estar aqui te esperando, mas amor não acaba fácil. E ainda que eu esteja sendo forte, se você voltar, eu deixo você entrar. Mas cada dia a mais, é algo a menos. E a verdade, você sabe, se tiver que ser, daqui 10 anos a gente se encontra. Boa sorte sem mim.”
Desconhecido.  (via porredesaudade)